Artur Marques. Créditos: DR

O ator Artur Marques é o mandatário do ALTERNATIVAcom para a diáspora, ou seja, “para a representação de todos os abrantinos dispersos por Portugal e pelo Mundo, qualquer que tenha sido a motivação ou a necessidade de partirem” explica o movimento independente em comunicado.

O movimento ALTERNATIVAcom diz valorizar “a ligação e os contributos que estes nossos conterrâneos podem e devem dar a Abrantes, sua terra natal ou adotiva, esperando que um dia tenham condições para regressar, se for essa a sua vontade”.

Artur Marques, ator, 50 anos, natural de Abrantes, estudou Relações Internacionais e Comunicação Social, tem quatro filhos, e esteve ligado à Câmara Municipal de Abrantes durante 20 anos.

Em 2016, partiu para Londres para aquela que considera ser “uma aventura pontual”, regressando ao fim de seis meses. Pisou os palcos do Rivoli, do Politeama, da Malaposta, do Casino do Estoril e outros. Participa em telenovelas e séries. Faz dobragens de animação e dá aulas na única escola de Teatro Musical em Portugal.

Diz associar-se a um “movimento de gente tão boa e capaz. Gente que poderá ajudar a construir uma terra de onde as pessoas não tenham de sair por falta de oportunidades, mas apenas porque é esse o seu desejo”.

Para Artur Marques “os abrantinos merecem respirar vida e vitalidade. Nada me move contra ninguém. Apenas a favor de uma nova Abrantes, que precisa urgentemente de renascer sob pena de se extinguir de vez. Porque Abrantes também sonha!”, conclui.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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