Abrantes apontada como polo de suporte de gigafábrica europeia de IA. Foto: DR

De acordo com o jornal, Abrantes deverá funcionar como polo secundário ou de redundância da instalação prevista para Sines, sendo considerado pelo consórcio envolvido como um local com rápido acesso ao mercado e proximidade ao centro demográfico do país.

O Jornal Económico adianta que esta semana decorreu, em Lisboa, uma reunião da iniciativa “AI Gigafactory Portugal”, que terá reunido cerca de 80 empresas de Portugal, da Europa, do Reino Unido e dos Estados Unidos, ligadas aos setores tecnológico, científico e financeiro.

Segundo a mesma publicação, foram entregues em Bruxelas 76 candidaturas para cinco gigafábricas de Inteligência Artificial na União Europeia, no âmbito de um processo coordenado pela EuroHPC Joint Undertaking.

O calendário do projeto aponta para abertura do concurso em abril, devendo a decisão final ser tomada em setembro.

Ainda segundo o Jornal Económico, a futura gigafábrica de Inteligência Artificial deverá ter uma capacidade instalada próxima dos 150 megawatts de computação, suportada por mais de 100 mil GPUs de última geração, permitindo disponibilizar serviços avançados de IA a empresas, universidades, centros de investigação e entidades públicas.

As primeiras unidades de computação poderão entrar em funcionamento no final de 2027, estando prevista a operação plena até meados de 2028.

O projeto enquadra-se na Estratégia Nacional de Inteligência Artificial, aprovada em dezembro de 2025, e está alinhado com os objetivos europeus de autonomia estratégica, inovação tecnológica e crescimento económico.

Citado pelo jornal, o ministro Gonçalo Saraiva Matias afirmou que a iniciativa pretende “transformar Portugal num hub europeu de IA, capaz de competir à escala global e de gerar valor duradouro para a economia nacional”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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