Ana Paula Corda apresenta no sábado um conto infantojuvenil na Biblioteca de Abrantes. Foto: APC

O livro ‘Alberto, o candeeiro de teto’, um conto infantojuvenil da autoria de Ana Paula Corda (texto) e Afonso Correia (ilustrações) vai ser apresentado no sábado, dia 7 de outubro, às 16h00, na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes.

Com chancela da ‘Edições Vieira da Silva’, o livro ‘Alberto, o candeeiro de teto’ é um conto infantojuvenil que está “há 42 anos na caixinha da vida” de Ana Paula Corda, que decidiu agora mostrá-lo ao mundo, acreditando que esta história “é bonita demais” para ficar guardada na caixinha.

Através da poesia, toda a vida de Ana Paula lhe saiu das mãos para o papel, em vários géneros de escrita, como contos infantis e contos adultos, tendo ganho já vários prémios.

Ana Paula Corda nasceu em Lisboa em 1965, sendo filha de uma cozinheira e de um jornalista de desporto. Na adolescência foi do Barreiro para a cidade de Abrantes, onde estudou, casou e teve um menino e uma menina (que também ganhou alguns prémios).

A paixão pelas crianças sempre a acompanhou, tendo trabalhado num infantário durante 22 anos. Praticou desporto, fez grupos de dança rítmica com crianças e jovens, integrou grupos de teatro em várias peças, e foi voluntária em instituições de ajuda a animais, outra das suas grandes paixões.

Ana Paula Corda apresenta livro infantojuvenil no sábado em Abrantes. Foto: APC

O conto conta com ilustrações de Afonso Correia. Natural de Abrantes, onde nasceu no dia 10 de junho de 1999, desenha desde criança e começou a perseguir competências nas artes visuais mais seriamente na sua adolescência, sendo autodidata.

Trabalhou em outras áreas para suportar a sua carreira enquanto artista, e destacam-se os seus trabalhos enquanto designer gráfico, ilustração de peças próprias e storyboarding.

O conto ‘Alberto, o candeeiro de teto’ vai ser apresentado no sábado na Biblioteca de Abrantes. Foto: APC

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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