Além da vertente lúdica, este 1º Rally Paper Online terá como objetivo contribuir para um melhor conhecimento de Abrantes, diz o movimento ALTERNATIVAcom

Assinalando-se no próximo dia 25 de março os 500 dias de existência do ALTERNATIVAcom, o movimento autárquico independente promove no dia 27 de março o 1º Rally Paper Online, o qual terá como tema “Em Busca da Identidade Perdida”.

Em comunicado, o movimento informa que o evento terá início às 10h00 e terminará cerca das 16h00. A prova consistirá em 2 etapas, as quais irão percorrer as 18 páginas online do movimento ALTERNATIVAcom dedicadas às freguesias de Abrantes.

Segundo o movimento, “além da vertente lúdica, este 1º Rally Paper Online terá como objetivo contribuir para um melhor conhecimento de Abrantes, seu território e populações, ajudando a construir uma identidade que melhor promova o concelho externamente”.

A prova será organizada pela Associação ABRANTEScom Alternativa e terá um valor de inscrição de 10 euros por equipa, podendo estas ser constituídas por 1 a 4 pessoas.

A equipa vencedora ganhará um almoço (ou jantar) para até 4 pessoas num restaurante local, havendo ainda mais prémios, a divulgar oportunamente. Todos os participantes receberão um certificado de participação.

O 1º Rally Paper Online “Em Busca da Identidade Perdida” é aberto a toda a comunidade, devendo as inscrições ser efetuadas até ao dia 26 de março, véspera da prova.

O Regulamento, bem como o formulário da Inscrição, podem ser acedidos através do link https://www.facebook.com/events/449115716295060.

Além da vertente lúdica, este 1º Rally Paper Online terá como objetivo contribuir para um melhor conhecimento de Abrantes, diz o movimento ALTERNATIVAcom

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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