Alexandra Simão é deputada municipal eleita pelo PS da Assembleia Municipal de Abrantes. Créditos: PS

Alexandra Simão encabeça a única lista candidata à Comissão Política Concelhia das Mulheres Socialistas de Abrantes, apresentando como lema: “Melhor Ação, Maior Igualdade”. A mandatária da candidatura é Piedade Pinto. O ato eleitoral para a eleição da Comissão Política Concelhia das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos realiza-se na sexta-feira, dia 5 de julho.

A candidatura apresentada refere confiar na igualdade plena entre géneros, com direito à diferença e reconhecimento das mesmas capacidades e com a conquista das mesmas oportunidades. Defende que ninguém – mulher ou homem – pode ser prejudicado ou beneficiado na sua participação na vida cívica e na vida pública e muito menos descriminado.

Dá conta de ser uma equipa constituída por mulheres das mais diversas áreas, “dotadas de conhecimentos fundamentais e necessários ao diálogo e à discussão política”, lê-se em nota de imprensa.

Segundo a candidata, as prioridades do mandato será a formação, a capacitação e apoio a mais mulheres, tanto militantes como simpatizantes, com o objetivo de poderem vir a assumir desafios autárquicos nos órgãos municipais e nas freguesias do concelho de Abrantes.

Inicialmente militante da Juventude Socialista (desde 2011) e, atualmente, militante do Partido Socialista (desde 2022), Alexandra Simão é deputada municipal, eleita pelo PS, da Assembleia Municipal de Abrantes.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply