Foto: Tagus

A 14ª edição da Feira Nacional de Doçaria Tradicional vai decorrer em Abrantes, no espaço do Mercado Criativo, entre os dias 23 e 25 de outubro, estando a apresentação oficial do certame agendada para este sábado, às 11:30, na Praça Barão da Batalha e no âmbito do Mercado de Doces Tradicionais.

A TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior e a Câmara Municipal de Abrantes estão a ultimar a edição deste ano da Feira Nacional de Doçaria Tradicional, evento que, além das doces iguarias portuguesas, congrega música tradicional, oficinas temáticas, demonstrações de doçaria ao vivo, exposições, desporto e animação infantil, para além do mel, licores e compotas.

A edição deste ano traz, também, iniciativas complementares, que antecedem a Feira Nacional de Doçaria Tradicional. Na manhã do dia 10 de outubro, o cheiro a canela e abóbora invadirá a Praça Barão da Batalha, com o 5º Mercado de Doces Tradicionais. As coletividades do concelho irão estar a comercializar doces das épocas comemorativas genuínos das várias freguesias.

Para o evento, estão já confirmadas as bancas da ACLAMA – Associação Cultural Os Amigos de Martinchel, do Grupo Etnográfico “Os Esparteiros das Mouriscas”, Centro de Recuperação Infantil de Abrantes, das Casas do Povo de Arreciadas e de S. Miguel do Rio Torto.

Haverá uma demonstração de doçaria ao vivo, em que os Esparteiros das Mouriscas ensinarão a fazer as tradicionais passas fritas.

Segundo a organização, vai ainda decorrer animação musical pelas ruas do centro histórico e a apresentação oficial das atividades e dos expositores que integram a 14ª feira da doçaria.

No dia 22 de outubro, às 21h, irá decorrer uma corrida e caminhada pelo centro da Cidade, dinamizada pelo grupo ABT Night Runners, com algumas surpresas para os participantes.

A Feira Nacional de Doçaria Tradicional realiza-se em Abrantes, ininterruptamente, desde 2002, com o objetivo dar a conhecer a rica doçaria tradicional do Ribatejo Interior, colocando as afamadas Palhas de Abrantes, Tigeladas, Queijinhos do Céu e Broas Fervidas junto de outros ícones portugueses, como o bolo fidalgo do Alentejo, as malassadas dos Açores, as cornucópias de Alcobaça, entre outros.

A destacar ainda a exposição do Palhinhas, que resulta do trabalho das escolas do pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico do concelho.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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