Academia Tubuciana promove palestra sobre 'A natureza e valorização dos território na nova economia'. Foto: Paulo Jorge de Sousa

A Academia Tubuciana de Abrantes promove no sábado, dia 26 de novembro, uma palestra sobre ‘A natureza e valorização dos território na nova economia’. Esta sessão vai ter como oradora a professora catedrática Helena de Freitas, do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra e chair in Biodiversity Safeguard for Sustainable Development da UNESCO. É ainda diretora do Parque de Serralves.

A Academia Tubuciana de Abrantes, que está quase a terminar o programa de palestras do ano académico de 2022, realiza a penúltima sessão no sábado, pelas 11h00, na sua sede na Rua dos Quinchosos, em Abrantes. Durante a tarde decorrerão visitas de interesse histórico e patrimonial pela cidade e concelho. A entrada é livre.

A Academia Tubuciana, fundada em 13 de maio de 1802 em Abrantes, sempre foi uma instituição cultural. Começou por promover a economia e as belas letras, com proteção do príncipe D. João, futuro rei de Portugal, D. João VI. Surgiu da ideia de dois ilustres médicos do século XVIII, Rodrigo Soares de Bivar e de Inácio Francisco Tamagnini, ainda no século das luzes.

A instituição teve o seu primitivo nome de Sociedade Literária Tubuciana, tendo tido dezenas de sócios no século XIX, três dos quais, foram primeiro-ministros do Reino de Portugal, para além de uma panóplia de eruditos, poetas, militares, fidalgos, juristas, frades, sacerdotes, médicos entre outros.

Academia Tubuciana promove Sessão Académica este sábado em Abrantes. Foto: DR

PROGRAMA

Dia 26 de Novembro:
A NATUREZA E A VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO NA NOVA ECONOMIA
Professora Catedrática Doutora Helena de Freitas, Departamento de Ciências da vida da Universidade de Coimbra. UNESCO chair in Biodiversity Safeguard for Sustainable Development. Directora do Parque de Serralves.

Dia 17 de Dezembro:
SUDÁRIO DE TURIM, FONTE DE EXTRAORDINÁRIA INFORMAÇÃO CIENTIFICA.
Professor Catedrático Doutor Victor Manuel Matos Lobo, da Universidade de Coimbra.
Membro da Academia das Ciências de Lisboa.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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