Jornadas de História Local regressam a Abrantes a 12 de dezembro. Foto arquivo: mediotejo.net

O Jardim Ator Taborda, em Abrantes, foi o local escolhido para lançar a 45ª edição da “Zahara”, revista publicada desde 2002 pelo CEHLA – Centro de Estudos de História Local, sob a direção de José Martinho Gaspar. Esta edição será apresentada às 21h00 de sexta-feira, 4 de julho, com a presença de vários dos seus colaboradores.

Esta publicação semestral, criada em 2002, é uma revista dedicada à História, Arqueologia, Etnografia e ciências afins, tratando temas dos concelhos de Abrantes, Constância, Gavião, Mação, Sardoal, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

Nesta edição, apresenta um trabalho de José Martinho Gaspar em memória de Carlos Grácio, um texto de José Rafael Nascimento sobre ‘Memórias da Cidadania em Vale das Mós’, José Alves Jana escreve sobre ‘A Túlipa Negra’, Joaquim Candeias da Silva apresenta um trabalho sobre ‘Falsificações da História Local’, Susana Rodrigues Cosme mostra ‘O Fato da Noiva e o Casamento’ na Bemposta do século XX, Teresa Aparício rememora ‘Eduardo Duarte Ferreira’, Jorge Branco escreve sobre ‘A Campanha do Trigo na Comenda e Arredores’, António Matias Coelho relembra ‘A Procissão da Lagartixa a Tamazim’.

Já “A Festa de Santa Maria da Caridade em Sardoal’ é relembrada por Mário Jorge Sousa, as ‘Memórias da Guerra Colonial’ são trazidas por Manuel Batista Traquina, enquanto José Manuel d’Oliveira Vieira revela ‘Exertos do Meu Diário’, Lurdes Vicente e Vasco Marques relembram ‘A Parteira Virgínia Victória de Queixoperra’, Joana Margarida Carvalho a ‘Filarmónica Riomoinhense’ e Isilda Jana trás à memória ‘Joaquim Soares Bento’

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Entre na conversa

1 Comment

  1. Sou leitor casual do vosso jornal, mas da Zahara sou leitor desde o nº 1, a revista de maio 2003, não sabia que a sua criação é do ano 2002. Aproveito para perguntar se a referência feita ao ano da 1ª edição ser 2002.
    Sou seu seguidor , Dª Paula Mourato, e espero que continue a dar-nos conhecimento do passado e do presente, só assim podemos ter um futuro melhor. Muito Obrigado

Deixe um comentário

Leave a Reply