Abandono ilegal de monos na Praia do Ribatejo leva Câmara da Barquinha a reforçar apelo ao civismo. Foto: CMVNB

A Câmara de Vila Nova da Barquinha voltou a apelar ao civismo dos munícipes após a limpeza de um ponto de deposição ilegal de lixo e monos, na Praia do Ribatejo, relembrando que o município garante a recolha gratuita ao domicílio.

O cenário ocorreu na sexta-feira na Praia do Ribatejo, junto ao CECUDE – Centro Cultural e Desportivo: sacos de lixo e monos acumulados na via pública, logo ao lado dos contentores, transformando o passeio num depósito improvisado. A situação exigiu a intervenção rápida das equipas municipais, que procederam à limpeza do local e à remoção de todos os resíduos abandonados.

O episódio, infelizmente, não é caso único e ilustra um problema transversal a vários concelhos da região do Médio Tejo, onde a falta de civismo continua a sobrepor-se às boas práticas ambientais e de convivência comunitária.

Em nota pública, a autarquia de Vila Nova da Barquinha classificou o comportamento como “inadmissível”, sublinhando que “não há desculpas para uma atitude tão desrespeitadora para com a comunidade e para o ambiente”. A autarquia lamenta o “exemplo pela negativa”, recordando que manter o espaço público limpo é uma responsabilidade partilhada por todos.

Apesar de episódios como este continuarem a verificar-se, a autarquia reforça que existem alternativas simples e sem qualquer custo para os cidadãos.

Tal como acontece na maioria dos municípios da região, Vila Nova da Barquinha dispõe de um serviço gratuito de recolha de monos (eletrodomésticos, móveis velhos e objetos volumosos), bastando para isso que os munícipes contactem a câmara municipal para agendar a recolha à porta de casa.

Além do agendamento telefónico, os munícipes podem consultar os locais próprios para deposição de resíduos e o calendário de recolhas no site oficial do município (www.cm-vnbarquinha.pt).

Cuidar do espaço público não exige esforço extraordinário — exige apenas civismo, responsabilidade e a utilização dos recursos que já estão ao serviço de todos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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