ULS Médio Tejo reforça apelo à vacina perante agravamento da gripe. Foto: DR

A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos (CUSP) do Concelho de Abrantes lançou um abaixo-assinado a exigir mais investimento nos cuidados primários, contratação de mais médicos, a valorização da maternidade do CHMT, assegurando o seu funcionamento 24 horas dia/7 dias semana, e a concretização das obras na urgência do hospital.

Em comunicado, os Utentes do Concelho de Abrantes/Médio Tejo entendem que “a defesa e reforço dos cuidados de saúde e do Serviço Nacional de Saúde dependem do investimento nos Cuidados Primários/Centros de Saúde”, com a “dinamização das ações de saúde pública, mais profissionais, especialmente médicos, o melhorar a organização e acesso aos serviços, requalificar equipamentos e instalações, valorização da Maternidade, assegurando o seu funcionamento 24 horas dia/7 dias semana, e a concretização das obras na urgência do hospital” de Abrantes, do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).

Já em junho, a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos (CUSP) do Concelho de Vila Nova da Barquinha, lançou um abaixo-assinado a exigir a reabertura de três extensões de saúde, que servem cerca de 4.000 pessoas.

O movimento exige à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo a reabertura das extensões de saúde da Atalaia, Praia do Ribatejo e Limeiras, que fecharam no início da pandemia da covid-19 e nunca mais reabriram.

“Não há transporte público para as pessoas, que têm dificuldade de acesso”, sublinhou à agência Lusa Manuel José Soares, coordenador da (CUSP) do Concelho de Vila Nova da Barquinha. Esta situação, refere o ativista, implica a obrigação de deslocação à sede do Centro de Saúde, em Vila Nova da Barquinha, “para diligências tão simples como pedir uma receita”.

Segundo Manuel José Soares, deve ser feita uma programação de reabertura daquelas três extensões de saúde, que, numa fase transitória, “estamos em crer que um simples médico poderia dividir os dias ou meios-dias para o conjunto de toda zona rural, mais afastado da sede do concelho”.

“Infelizmente, o prolongamento da pandemia leva a que alguns recursos médicos e de enfermagem continuem afetos à vacinação e ao rastreio”, salientou.

O coordenador do CUSP do Concelho de Vila Nova da Barquinha frisou ainda que a situação poderia ser resolvida com a aquisição de uma unidade móvel de saúde, com atendimento feito por enfermeiros especialistas nas aldeias mais afastadas.

c/LUSA

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