Foto: Luís Ribeiro

Lagarta da borboleta Cauda-de-andorinha (Papilio machaon) – A lagarta desta espécie apresenta riscas que alternam entre o preto e o verde cítrico, quase que fluorescente. As riscas pretas são salpicadas por pequenos pontos cor-de-laranja que se encontram ordenados, quer horizontal como verticalmente.

Apresentam atividade diurna, regendo-se pela luminosidade do sol.

A eclosão destas minúsculas larvas, denominadas lagartas, ocorre cerca de uma semana após a postura dos ovos. São devoradoras vorazes e crescem rapidamente, até o limite propiciado por sua pele, quando então se revestem de novo envoltório, mudando de pele mais umas seis ou sete vezes, até chegarem à fase de lagarta adulta. Esta etapa demora , aproximadamente, um mês.

Estas lagartas alimentam-se, principalmente, de plantas umbelíferas, tais como a arruda, funcho e salsa.

Natural e residente em Tomar, tem como profissão Distribuidor, mas é com a fotografia que se identifica. É amante desta arte em geral, mas a sua verdadeira paixão é a Natureza e Vida Selvagem e os Retratos. É autor do livro de fotografia “Alma Nabantina” e fundador/administrador dos grupos do Facebook “Amigos da Fotografia de Tomar” e "Fauna de Tomar”. Colabora na área de fotografia na imprensa regional e local e já em 2018 foi júri convidado de dois concursos de fotografia. Neste ano conta também com duas exposições de fotografia coletivas, preparando atualmente a terceira.

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