Foto: CMVR

O Município de Vila de Rei esteve presente, representado pelo vice-presidente Paulo César Luís, a 23 de março em Mangualde, na constituição formal e assinatura dos contratos para a construção do Parque de Trituração de Madeira Queimada no concelho, numa cerimónia presidida pelo Ministra da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos.

Para o autarca, este é um importante passo para o concelho após a realidade do verão passado, em que mais de metade do concelho foi devastado pelos incêndios. “Depois de, no passado Verão, termos visto metade do nosso concelho dizimado pelas chamas, a criação de um Parque de Madeira Queimada assume uma elevada importância, possibilitando uma fonte de receitas adicional à população que viu os seus terrenos serem devastados pelos incêndios”, referiu, acrescentando ainda que “será também um incentivo complementar para a remoção da madeira ardida e consequente limpeza dos terrenos, com vantagens a nível ecológico e ambiental”, pode ler-se em informação enviada à comunicação social.

A criação deste parque surge no âmbito da aprovação da candidatura apresentada ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e vai permitir o escoamento da madeira ardida durante os incêndios do passado verão, contribuindo para a sustentabilidade do abastecimento das indústrias consumidoras e para o aproveitamento económico desta matéria-prima.

Os Parques de Trituração de Madeira Queimada estão aptos a receber madeira com diâmetro inferior a 20 cm, com um período mínimo de 3 meses de parqueamento da madeira e um preço mínimo garantido ao produtor da madeira em pé de 10 euros por tonelada, termina a mesma informação.

Vila de Rei | Município vai ter Parque de trituração de madeira queimada

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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