trincheiras na I Guerra Mundial Foto: Google Photos

O auditório da Biblioteca Municipal Dr. António Cartaxo da Fonseca recebe esta segunda-feira, dia 9, o seminário “O Centenário da Batalha de La Lys e o Dever de Memória”.

A iniciativa que pretende dar a conhecer a batalha travada neste dia na Flandres (França) em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial, tem início às 15h00 e dirige-se a militares, civis, académicos, assim como ao público em geral.

A sessão de abertura conta com a presença de Anabela Freitas, presidente da Câmara Municipal de Tomar, Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, Eugénio Pina de Almeida, presidente do Instituto Politécnico de Tomar, Álvaro Covões, presidente de Associação de Turismo Militar Português, e do Tenente-Coronel Manuel Carlos Cosme da Silva, presidente do Núcleo de Tomar da Liga dos Combatentes.

Seguem-se quatro painéis de oradores, sendo o primeiro dedicado às “Causas / Origens da Primeira Grande Guerra: A intervenção de Portugal”, com intervenção de Luiz Graça, Professor da Universidade Católica. Pelas 15h40, “A Batalha de La Lys na literatura memorial” é apresentada pelo Coronel Luís Sodré de Albuquerque, diretor do Museu Militar de Lisboa.

A Batalha de La Lys continua a ser evocada às 16h20, depois do intervalo, na apresentação “O Corpo Expedicionário Português e a Batalha de La Lys: A participação do BI / RI 15 na Batalha” realizada pelo Tenente-General Manuel Marques Cardoso. O último orador é Luís Mota Figueira, docente do Instituto Politécnico de Tomar e diretor do Laboratório de Turismo, que partilha o ensaio para debate intitulado “Direito e Dever de Memória na História Militar”.

Este evento é organizado pela Associação de Turismo Militar Português numa parceria que envolve o Núcleo de Tomar da Liga dos Combatentes, o Instituto Politécnico de Tomar, a Câmara Municipal de Tomar, o Exército Português e a Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal. O encerramento do seminário está previsto para as 17h00.

Sónia Leitão

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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