Presidente da República dissolve o parlamento e marca eleições para 10 de março. Foto: DR

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que é possível ter “democracias mais fortes” caso não se opte por “esperar para ver”, pedindo reformas “a sério” para evitar mudanças vindas dos pântanos e “revolver águas paradas”.

No discurso do 113.º aniversário da Implantação da República, cerimónia que decorreu na Praça do Município, em Lisboa, o chefe de Estado deixou diversos avisos sobre a necessidade de mudanças e reformas quer em termos internacionais quer em termos nacionais.

“A mudança chegar porque se prefere a antecipação ao conformismo, a abertura ao fechamento, a alteração das mentalidades, das instituições e das práticas ao situacionismo e à inércia. Só depende de nós. Nós, responsáveis a todos os níveis, nós povos, nós cidadãos de Portugal, da Europa e do mundo”, defendeu.

Exortando a que não se deixe “morrer essa liberdade” em que vivemos, “incluindo a liberdade de pensamento e de expressão, custe o que custar”, Marcelo Rebelo de Sousa foi perentório: “Podemos fazer democracias mais fortes se não nos contentarmos em esperar para ver”.

“Podemos fazer organizações universais mais fortes se não nos habituarmos a prometer ano após ano a sua reforma, sabendo que não vamos cumprir. Podemos reformar a sério, prosseguir o caminho das reformas, para não termos de ver contrarreformas fazerem ou pretenderem fazer aquilo que fizemos de conta que não importava assumir”, defendeu.

No entanto, para o Presidente da República caso as instituições e os sistemas demorem “eternidades a compreender que devem evoluir e reformar-se, reaproximar-se dos povos e desse modo não deixarem espaço para que outros preencham o vazio que vão deixando atrás de si”, há um risco evidente.

“Tudo isto poderá suceder e mais depressa do que se pensa: a mudança submergir pântanos, revolver águas paradas, abrir comportas demasiado tempo encerradas”, alertou.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, avisou hoje que as instituições internacionais e portuguesas ou “mudam a bem ou mudarão a mal”, ou seja, “tarde e atabalhoadamente”.

No discurso da cerimónia comemorativa do 05 de Outubro, na Praça do Município, em Lisboa – e que conta com a presença, entre outros, do primeiro-ministro, António Costa, e do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva – Marcelo Rebelo de Sousa aludiu “à guerra global feita de muitas outras guerras” e alertou para os tantos que insistem “em não ver que a balança de poderes do mundo está em mudança”.

“E ou as instituições internacionais ou domésticas mudam a bem ou mudarão a mal. E mal porque tarde e atabalhoadamente”, avisou.

Na análise do Presidente da República isto poderá acontecer se houver atrasos com o clima, a energia, a inteligência artificial ou em relação ao “peso das comunidades” como as Nações Unidas, União Europeia, CPLP, NATO ou mundo ibero-americano.

“Tudo isso poderá suceder com a incapacidade ou a lentidão do superar da pobreza e das desigualdades sociais, ou no reconhecimento do papel da mulher, ou do papel das minorias migrantes e em particular dos jovens”, alertou.

05 Outubro | PR avisa que instituições ou “mudam a bem ou mudarão a mal”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, avisou hoje que as instituições internacionais e portuguesas ou “mudam a bem ou mudarão a mal”, ou seja, “tarde e atabalhoadamente”.

No discurso da cerimónia comemorativa do 05 de Outubro, na Praça do Município, em Lisboa – e que conta com a presença, entre outros, do primeiro-ministro, António Costa, e do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva – Marcelo Rebelo de Sousa aludiu “à guerra global feita de muitas outras guerras” e alertou para os tantos que insistem “em não ver que a balança de poderes do mundo está em mudança”.

“E ou as instituições internacionais ou domésticas mudam a bem ou mudarão a mal. E mal porque tarde e atabalhoadamente”, avisou.

Na análise do Presidente da República isto poderá acontecer se houver atrasos com o clima, a energia, a inteligência artificial ou em relação ao “peso das comunidades” como as Nações Unidas, União Europeia, CPLP, NATO ou mundo ibero-americano.

“Tudo isso poderá suceder com a incapacidade ou a lentidão do superar da pobreza e das desigualdades sociais, ou no reconhecimento do papel da mulher, ou do papel das minorias migrantes e em particular dos jovens”, alertou.

Agência de Notícias de Portugal

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