Eduardo Souto de Moura. Foto: DR

O Convento de Cristo recebe Eduardo Souto de Moura a 3 de março, data em que alguns dos projetos deste arquiteto portuense passam a estar patentes ao público no monumento Património da Humanidade. A exposição “Eduardo Souto de Moura: Continuidade” tem curadoria de António Sérgio Koch e André de França Campos e deixa o convento no dia 28 do mesmo mês.

A mostra organizada em colaboração com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitectos tem inauguração marcada para as 18h00 e a partir dessa hora é possível visitar a obra do arquiteto portuense que esteve patente na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém até ao passado dia 28 de setembro.

Segundo o site do CCB, a composição arquitetónica de Eduardo Souto de Moura é marcada pelos “simbolismos e as analogias” e pelo “contexto, tanto regional, como local ou cultural”. Um trabalho em que “cada núcleo é um território disciplinar, ao mesmo tempo que dá lugar ao informe, permitindo uma promenade onde o somatório sequencial das partes resulta numa obra total”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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