A presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas (PS) negou ter usado um cheque da autarquia para pagar uma multa de 2230 euros à qual foi condenada, enquanto detentora de cargo público, a título de litigância e má fé. O assunto fez manchete do semanário “O Templário” e foi abordado na reunião de câmara desta segunda-feira, 16 de janeiro. Anabela Freitas foi condenada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria por não ter respondido, em tempo útil, ao requerimento de um munícipe sobre a Marina de Castelo de Bode. “Foi paga com o meu dinheiro. Paguei a multa no multibanco quando recebo a guia de pagamento, com o montante e referência multibanco”,  disse ao mediotejo.net.

Respondendo à vereadora do PSD, Beatriz Schulz, a autarca socialista referiu que recebeu o pedido de contraditório do jornal na quarta-feira à hora de almoço, pelo que – como nem sempre se encontra na autarquia – não conseguiu responder até ao fecho de edição que decorria nesse dia, motivo pelo qual o assunto não foi esclarecido atempadamente.

Anabela Freitas explicou ao mediotejo.net que, no mesmo processo, o município foi condenado a pagar cerca de 250 euros. “Quando  esta sentença deu entrada nos serviços, vem também a dizer que a presidente de câmara tem que pagar. Os serviços não se aperceberam dessa situação e passaram o cheque que viria, posteriormente, a ser anulado. O assunto ficou resolvido”, disse.

Aos 12 anos já queria ser jornalista e todo o seu percurso académico foi percorrido com esse objetivo no horizonte. Licenciada em Jornalismo, exerce desde 2005, sempre no jornalismo de proximidade. Mãe de uma menina, assume que tem nas viagens a sua grande paixão. Gosta de aventura e de superar um bom desafio. Em maio de 2018, lançou o seu primeiro livro de ficção intitulado "Singularidades de uma mulher de 40", que marca a sua estreia na escrita literária, sob a chancela da Origami Livros.

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