Morreu hoje idosa com queimaduras originadas por incêndio em lar no Rossio. Foto: mediotejo.net

Morreu na quarta-feira a idosa que havia sido transportada para o hospital de São José, em Lisboa, com ferimentos graves e cerca de 70% de queimaduras de 2º e 3º grau no corpo originadas por um incêndio que ocorreu no dia 27 de janeiro num lar em Rossio ao Sul do Tejo. A vítima mortal tinha 79 anos e era natural de Abrantes.

O incêndio ocorreu na manhã do dia 27 de janeiro num lar em Rossio ao Sul do Tejo onde estavam 18 idosos. Seis deles foram hospitalizados em estado grave, tendo três idosos sido transferidos para os hospitais de São Francisco Xavier e de São José, em Lisboa, e São João, no Porto, sendo esta idosa a que apresentava um dos quadros clínicos mais grave.

Uma idosa, com 79 anos, “apresenta um quadro clínico muito grave com 65% a 70% do corpo com queimaduras de 2.º e 3.º grau”, tendo sido transportada de helicóptero para a Unidade de Queimados do hospital de São José, em Lisboa, disse na ocasião Ana Rita Cardoso, diretora do serviço de urgência do Hospital de Abrantes, unidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT).

Outros dois idosos, com 78 e 82 anos, foram também transferidos para as unidades hospitalares de São Francisco Xavier e São João, um de helicóptero e o outro de ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV), com “queimaduras nas vias áreas”.

O lar de idosos em Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, onde ocorreu o incêndio, não está licenciado, estando o Instituto da Segurança Social a avaliar as condições de funcionamento para “o apuramento de responsabilidades”.

No total, sete idosos foram transportados ao hospital e 11 utentes foram assistidos no local, devido à inalação de fumos.

A vítima mortal tinha 79 anos, era natural da União de Freguesias de Alvega e Concavada, residia no Pego, e estava na Unidade de Queimados do Hospital de São José onde veio a falecer.

À família enlutada o mediotejo.net endereça sentidas condolências.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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