Associação Concórdia Musica levou tributo a Carlos Paião a Vila Nova da Barquinha. Foto: Concórdia

Vila Nova da Barquinha será palco, no próximo domingo, 7 de julho, de um tributo a Carlos Paião, no âmbito da iniciativa ‘Música na Praça’, às 21h30, na Praça da República. Antes, no sábado, dia 6, a música estará a cargo dos Sempr’Abrir’, com o mês de julho a levar animação à praça todos os fins de semana.

O espetáculo de domingo, da Associação Concórdia Música e integrado no VOLver, pretende ser “uma forma de homenagear a Carlos Paião e propõe um autêntico regresso ao passado para ouvir mais uma vez o trabalho de um dos nomes mais marcantes da pop nacional”, refere a coletividade.

Carlos Paião foi compositor, intérprete, instrumentista e produtor, mas foi como letrista que o seu nome ganhou maior dimensão escrevendo para vários artistas. Todos se recordam de “Cinderela”, “Pó de arroz”, “Vinho do Porto”, “Marcha de Pião das Nicas”, “Eu não sou poeta”, “Versos de Amor”, e tantas outras canções em que o autor brincava com as palavras descobrindo-lhe a beleza e a poesia.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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