Barquinha acolhe seminário "Águas Bravas - Inundações urbanas, gestão e resgate". Foto ilustrativa: DR

O seminário técnico “Águas Bravas – Inundações urbanas, gestão e resgate” decorre este sábado, dia 8 de março, em Vila Nova da Barquinha, no Centro Cultural, da parte da manhã, e no Castelo de Almourol, à tarde, com o exercício Livex, com operação de resgate nas águas do Tejo.

Com inscrições limitadas a 100 participantes, os destinatários são os operacionais dos agentes de Proteção Civil e entidades com dever de cooperação intervenientes em operações de busca e resgate em cenários de inundações ou cheias rápidas.

PROGRAMA

MANHÃ | Centro Cultural Vila Nova da Barquinha

09h00 – Abertura

09h10 – Enquadramento Temático – Sub-região do Médio Tejo ANEPC, COSREPC-MT – David Lobato

09h30 – Resgate em Águas Bravas – RESCUE3 – António Tavares

10h00 – Metodologia, Informação e Comunicação na Antecipação a Fenómenos Meteorológicos Extremos – IPMA (orador a designar)

10h30 – Coffee Break

11h00 – O apoio das Forças Armadas em cenários de inundação e cheia – Regimento de Engenharia 1 (orador a designar)

11h30 – Resgate, Recuperação e Salvamento em Meio Aquático – Cenários Águas Bravas – ASSBSI (orador a designar)

12h00 – Intervenção em Cenários complexos – Resposta e Restabelecimento da Normalidade – ANEPC, COSREPC, OES – Carlos Silva

12h30 – Debate – Moderador: Comandante Jorge Gama

12h50 – Encerramento – ANEPC, COSREPC-MT – David Lobato

ALMOÇO LIVRE

TARDE – Castelo de Almourol

14h30 – Concentração junto ao Castelo de Almourol – Verificação de Equipamentos

15h00 – Exercício Livex – Resgate em Águas Bravas

19h00 – Encerramento

Mais informações através dos contactos: 966 202 191 / jorge.gama@cm-vnbarquinha.pt

As inscrições são limitadas a 100 participantes.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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