Mau tempo leva a encerramento temporário dos percursos pedestres de Vila de Rei. Foto: CMVR

A Associação de Moradores do Lavadouro (Vila de Rei) vai organizar no próximo dia 3 de maio um passeio pedestre pela Grande Rota do Zêzere. A concentração está marcada para as 08h00 junto à sede da Associação. O passeio terá inicio às 9h00 e conta com um percurso de cerca de 9km, de dificuldade média. Pelas 13h00 decorrerá o almoço convívio entre todos os participantes.

Todos os interessados deverão efetuar a sua inscrição ou solicitar informação adicional através dos seguintes números de telefone 932826639 e 912176053.

A pé, de bicicleta ou de canoa, a Grande Rota do Zêzere, que percorre todo o caudal deste rio desde a nascente, próximo de Manteigas, até à foz, em Constância, envolve 14 municípios e está dividido por vários setores: Figueiró dos Vinhos, Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Oleiros, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Sertã, Vila de Rei e Guarda. A estes, juntar-se-iam depois, Covilhã, Fundão, Castanheira de Pêra e Manteigas.

O objectivo é que cada pessoa escolha a forma de se deslocar ao longo de traçados que percorrem 358,5km, com o ponto mais alto a 1454 metros (serra da Lousã) e o ponto mais baixo a 21 metros, podendo inclusive utilizar estações intermodais para trocar a forma como se desloca. Desta forma pode descer o rio em canoa e, a cada albufeira ou barragem, poderá percorrer trilhos a pé ou de bicicleta.

Vila de Rei foi um dos municípios que deram início a este projecto, sendo que a Grande Rota do Zêzere tem uma extensão de 46 km ao longo do concelho, percorrendo quase toda a margem da barragem bem como as localidades mais próximas (Vilar do Ruivo, Fernandaires, Alcamim, Zaboeira e Cabecinha), terminando na Praia Fluvial do Penedo Furado.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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