O executivo camarário e a Assembleia Municipal de Vila de Rei aprovaram por unanimidade, nas suas últimas reuniões, o Projeto de Regulamento do Serviço de Sapadores Florestais que vem permitir que a equipa SF 03-166, dirigida pela Câmara Municipal, possa prestar serviços à população fora do âmbito do serviço público, informa a autarquia em nota de imprensa.

Na mesma informação pode ler-se que, mediante o disposto no  regulamento agora aprovado, e estando assegurados os trabalhos de silvicultura preventiva definidos pelo ICNF e pela Comissão Municipal de Defesa da Floresta, o município pode disponibilizar os serviços da equipa de Sapadores Florestais a particulares, mediante a apresentação prévia de requerimento.

O pagamento está estipulado a 10€/hora, por trabalhador (ou 7€ com apresentação de um dos cartões etários do município).

Para o presidente da autarquia, Ricardo Aires, as medidas tomadas e o regulamento ora aprovado vêm consolidar a estratégia de ordenamento e gestão florestal. Em comunicado enviado à imprensa, o autarca assume que “desta forma, damos uma importante ajuda à nossa população na criação e manutenção das áreas de gestão de combustível que, conforme estipulado pela lei, os proprietários de terrenos são obrigados a executar, contribuindo para uma melhor proteção e defesa do nosso património florestal”, termina.

Segundo o município esta iniciativa vem “reforçar as políticas municipais de defesa da floresta contra incêndios, num contexto alargado de ambiente e ordenamento do território, desenvolvimento rural e proteção civil, envolvendo responsabilidades de todos, autarquia e cidadãos, numa convergência de esforços de todas as partes envolvidas”, lê-se.

Mais informações devem ser requeridas junto da Câmara Municipal.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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