A ministra Margarida Balseiro Lopes regressa a Vila de Rei, depois de ter inaugurado este ano a Feira de Enchidos, Queijo e Mel. Créditos: CMVR

A 33ª edição da Feira de Enchidos, Queijo e Mel (FEQM) de Vila de rei abriu as suas portas na tarde de sábado, 27 de julho, em cerimónia presidida pela ministra da Juventude e Modernização, Margarida Balseiro Lopes. A governante percorreu o certame e assistiu à apresentação do novo website institucional do município. A FEQM decorre até domingo, dia 4 de agosto.

O evento foi inaugurado pela ministra da Juventude e Modernização, Margarida Balseiro Lopes, pelo presidente do município vilarregense, Ricardo Aires, e pelo presidente da Assembleia Municipal, Paulo Brito, tendo recebido um grande número de visitantes nos dois primeiros dias, indica o município de Vila de Rei, em nota de imprensa.

Os principais destaques do primeiro fim de semana da Feira de Enchidos, Queijo e Mel foram as atuações dos cabeças-de-cartaz Nena e Buba Espinho, que foram recebidos por “milhares de pessoas na assistência”, e pelos diversos espetáculos musicais realizados nos palcos 2 e 3, lê-se também na mesma nota.

O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, realçou que “um ótimo arranque da trigésima terceira edição da Feira de Enchidos, Queijo e Mel, com milhares de pessoas a terem já passado pelo recinto do evento nestes dois primeiros dias. Estamos prontos para receber o muito público que anualmente nos visita durante os próximos dias enquanto mostramos aquilo que de melhor se faz no nosso concelho, com destaque para a gastronomia, artesanato e para as empresas locais”.

Na cerimónia de inauguração da FEQM, foi ainda apresentado o novo website institucional do Município, numa ação presenciada pela ministra da Juventude e Modernização.

A Feira continua até 4 de agosto em Vila de Rei. Pode consultar o programa detalhado em https://www.cm-viladerei.pt/index.php/noticias/xxxiii-feira-de-enchidos-queijo-e-mel-conheca-o-programa-completo.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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