Vila de Rei arranca com o novo sistema de deposição e recolha dos bio-resíduos. Créditos: CMVR

Arrancou este mês de outubro o processo de implementação do sistema de recolha seletiva de bio-resíduos em Vila de Rei, através da colocação de diversos contentores castanhos na via pública.

Os bio-resíduos (ou resíduos orgânicos) resultam da preparação e confeção das refeições e das sobras de alimentos, e traduzem-se, atualmente, em cerca de 46% do nosso caixote do lixo doméstico. Englobando ainda os resíduos verdes resultantes da limpeza e manutenção de jardins, tais como, aparas, ramos, relva e ervas.

O processo de separação é muito simples e fácil, basta colocar apenas no contentor castanho os restos da preparação e confeção das refeições, casca de fruta, carne, peixe, ovos, restos de pão e bolos, borras de café. Pode também colocar os resíduos verdes como as folhas, flores, relva, galhos e ervas.

Para simplificar o processo, o Município de Vila de Rei encontra-se a oferecer um balde castanho de apoio para poder separar e acondicionar temporariamente em casa, os seus bio resíduos. Quando o balde estiver cheio, dirija-se até ao contentor castanho mais próximo na sua área de residência e deposite o saco diretamente no interior do contentor, ou em alternativa despeje os resíduos orgânicos no seu compostor doméstico, sendo que neste caso não precisa de colocar saco no balde.

Periodicamente, o Município de Vila de Rei irá proceder à recolha do contentor e entrega dos biorresíduos recolhidos na Estação de Tratamento da Valnor.

Para além da disponibilização de contentores de proximidade e baldes de 10 litros para armazenagem temporária dos biorresíduos em casa, o Município disponibiliza também no seu Centro de Receção Transferência de Resíduos um contentor de 30m3 para a deposição dos Residuos verdes.

Rosa Martins, vereadora com o pelouro do Ambiente destaca que “a candidatura aprovada pelo Fundo Ambiental, permitiu capacitar o Município com alguns meios necessários para a implementação do novo sistema de deposição e recolha seletiva dos biorresíduos” afirmado também que a “implementação deste novo sistema de recolha trata-se, pois, de um esforço conjunto que visa a melhoria da sustentabilidade ambiental e da qualidade de vida da nossa região, através do desenvolvimento de uma solução de proximidade, permitindo também um aumento da preparação para a reutilização, reciclagem e da qualidade dos recicláveis valorizados e, por outro, a redução significativa da deposição de resíduos urbanos em aterro”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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