* Notícia atualizada às 21h50
Foi encontrado o corpo do homem que desapareceu na tarde desta quarta-feira, 10 de julho, na Praia Fluvial de Aldeia do Mato, na Albufeira de Castelo de Bode, em Abrantes. Segundo explicou ao nosso jornal o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Médio Tejo, o homem desapareceu durante um mergulho, ou seja, submergiu e não voltou à superfície.
O corpo do homem foi encontrado cerca das 19h20 e retirado da água pelas 20h02, e tudo indica que terá passado debaixo da plataforma. O comandante dos Bombeiros de Abrantes, António Manuel Jesus, confirmou ao mediotejo.net que a vítima de 47 anos estava acompanhada do filho menor, de 9 anos.
“Estava com a criança a passar o dia na praia fluvial de Aldeia do Mato. Segundo informaram, estariam sentados na plataforma da piscina, com os pés dentro de água. O filho revelou intenção de mergulhar [no rio] e o pai temeu que fosse demasiado fundo e disse que iria mergulhar para ver. Quando mergulhou, não voltou à superfície”, conta o comandante, acrescentando que o homem teria experiência de mergulho no mar e faria pesca submarina.
A criança esteve acompanhada por uma bombeira do socorro até à chegada de psicólogos da Câmara Municipal de Abrantes e do INEM.
Em tempo de época balnear, com as praias fluviais e outros recantos nos braços da Albufeira de Castelo Bode a serem muito requisitados para mergulhos de verão entre amigos e família, António Manuel Jesus deixa o alerta para que os utilizadores/visitantes “tomem banho e mergulhem apenas dentro das plataformas/piscinas flutuantes, que têm condições e são de tamanho considerável. Está tudo sinalizado e são vigiadas. As pessoas devem evitar mergulhar no rio”, frisa, referindo que a albufeira de Castelo de Bode encerra diversos perigos, incluindo nas margens, e que são visíveis quando os níveis da água baixam consideravelmente – desde rochas a buracos e zonas instáveis.
“Mesmo a saber nadar bem, há sempre coisas desconhecidas que podem causar algum problema. O mais fácil e seguro é tomar banho nas plataformas, estão lá para isso. Têm nadador-salvador ao pé e está vigiada, e evitam-se situações destas. Repito: mesmo nadando muito bem, seja por cansaço, uma cãibra, são situações que podem surgir. Pode parecer que a margem está logo ali e se chega facilmente, mas depois não é bem assim, e algo pode acontecer e criar dificuldades e pôr em causa a segurança dos banhistas”, adverte o comandante dos Bombeiros de Abrantes.
O alerta foi registado às 16h57 minutos, de acordo com a página oficial da Proteção Civil, tendo-se iniciado uma operação de busca e resgate aquático de pessoas.
No terreno estiveram cerca de 25 operacionais e sete meios terrestres, embarcações, VMER e INEM, GNR e bombeiros de Abrantes e Constância. Também a Força Especial da Proteção Civil esteve no local, confirmou o CDOS ao nosso jornal.

Que fazem os vigias na Aldeia mato ? No domingo eu estava là quem deu por falta do Sr que faleceu fui uma Sra que estava ao lado que se ocupou do menino e dos pertences do sr nao foi bombeita alguma a Sra veio ter com os vegias que nao deram por nada se nao fosse a Sra avisar os (vegias)para ligarem 112 nem tinham dado por nada.o lugar deles e na plataforma e colocarem outra mais onde as pessoas nadam fora plataforma.muito mal vegiado.e eu como muita gente que estava pensa mos que nao fazem nada onde estao.