A exposição “Transversalidades, Fotografia sem Fronteiras no Médio Tejo” vai estar patente em Mação, Tomar e Vila Nova da Barquinha, entre 21 de setembro e 30 de outubro, numa iniciativa promovida pela CIM Médio Tejo, os três municípios envolvidos e a Associação Rural Move, com apoio do Centro de Estudos Ibéricos (CEI), promotor do projeto Transversalidades.
A exposição “Transversalidades, Fotografia sem Fronteiras” inclui trabalhos das últimas edições do concurso internacional homónimo que o Centro de Estudos Ibéricos promove desde 2011, e que se tem afirmado como uma iniciativa de referência na área da Fotografia.
Na sub-região do Médio Tejo, a exposição dos trabalhos premiados está dividida por três localizações e temáticas, sendo que em Mação, na Galeria Carlos Saramago, o tema em destaque será o «Património natural, paisagens e biodiversidade».
Já em Tomar, na Casa dos Cubos/Centro de Estudos em Fotografia, «Cultura e sociedade: diversidade cultural e inclusão social», e em Vila Nova da Barquinha, na Galeria do Parque, o tema será dedicado aos «Espaços rurais, agricultura e povoamento».
A abertura será dia 20 de setembro, às 17h00, em Mação, e dia 21, às 16h00 em Tomar. No dia 26 de outubro, às 17h00, em Vila Nova da Barquinha assinala-se o encerramento da exposição.
Criado a partir de um desafio do filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço, o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) é uma associação transfronteiriça constituída pela Câmara Municipal da Guarda, Universidade de Coimbra, Universidade de Salamanca e Instituto Politécnico da Guarda, que desenvolve, há mais de duas décadas, um importante trabalho nas áreas do Conhecimento, da Cultura e da Cooperação.
Já o Projeto Transversalidades tem como objetivo “aproveitar o valor documental, pedagógico e estético da fotografia para estimular a cooperação e valorizar territórios com menos visibilidade. Nesta verdadeira cartografia do olhar, onde o local coabita com o global, e vice-versa, contactamos com muitos dos problemas transversais, verdadeiramente sem fronteiras, com que a humanidade se confronta e que definem as atuais agendas: das alterações climáticas à (in)sustentabilidade ambiental, das assimetrias económicas, sociais e territoriais a todo o género de exclusões potenciadas por estes desequilíbrios”, pode ler-se em nota da CIMT.

