o TSU, clube fundado a 1 de maio de 1922, está a assinalar 100 anos em atividade. Foto arquivo: Jorge Santiago/mediotejo.net

O Sarau Cultural que vai decorrer este sábado na coletividade SAT, no âmbito das comemorações do I centenário do Tramagal Sport União (TSU), tem lotação esgotada. Nesse sentido, o TSU deu conta que vai transmitir em direto, via internet, na página do clube, o espetáculo que tem início marcado para as 16h00.

Em comunicado, a direção do Tramagal Sport União e a Comissão do Centenário deu conta que, “em virtude da capacidade da Sala da SAT ter ficado lotada, vai procurar realizar a transmissão em direto do “Sarau Cultural”, na página de facebook do TSU, agradecendo e revelando um “duplo sentimento” pelo sucesso da iniciativa.

“É um duplo sentimento, de satisfação pelo acolhimento e receção da iniciativa, e de frustração pela impossibilidade de acolher todos os que o pretendiam”, afirmou a direção, tendo feito notar que esta transmissão em direto via internet será também uma “solução para que a diáspora tramagalense esteja reunida e presente, simbolicamente, na sala da SAT”.

O Sarau Cultural vai contar com a participação de músicos, grupos e artistas ligados ao Tramagal, num evento que vai ter Abílio Pombinho, Ana Velho e Duarte Dias como apresentadores.

As comemorações do I centenário do Tramagal Sport União fecham no dia 30 de abril, véspera de 1 de maio, dia em que o TSU assinalará 101 anos em atividade. Depois do Sarau Cultural de sábado, está agendada uma “Gala” para dia 8 de abril que distinguirá “100 nomes” de relevo nos 100 anos de história do TSU.

Ainda em abril, no dia 15, está agendado um Colóquio sobre o I Centenário e, no dia 30 de abril, a “Caminhada do Centenário”, um passeio histórico e cultural, que encerrará as comemorações.

Orquestra e Coro da SAT, nas comemorações do centenário do TSU. Fotografia: Jorge Santiago/mediotejo.net

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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