Foto ilustrativa: DR

O município de Torres Novas vai promover, nos dias 4 e 5 de outubro, mais uma edição da Caminhada dos Frutos Secos. Com um percurso de cerca de 11 km e grau de dificuldade médio, a iniciativa terá início no Castelo de Torres Novas.

Todos os inscritos podem efetuar a caminhada de forma autónoma, no dia que lhes for mais conveniente (sábado ou domingo), devendo para o efeito iniciar o percurso, que se encontra devidamente sinalizado, entre as 8h00 e as 11h00.

A participação na atividade é gratuita e as inscrições podem ser efetuadas AQUI até 3 de outubro.

Podem inscrever-se participantes com mais de 18 anos, ou menores desde que acompanhados pelos pais. A organização recomenda que todos os participantes transportem consigo telemóvel com bateria, reservatório com água e que procurem preservar o meio ambiente e social em que se realizará o evento.

A caminhada insere-se na programação da Feira Nacional dos Frutos Secos, que assinala a sua 38ª edição. O centro histórico de Torres Novas recebe de 02 a 05 de outubro, o tradicional certame, com 80 expositores e produtores de figo, com o município a destacar a aposta continuada na valorização do setor.

A 38.ª edição da Feira Nacional dos Frutos Secos decorre na Praça 5 de Outubro e na Praça dos Claras, em pleno coração do centro histórico de Torres Novas.

Em comunicado, a autarquia refere que o evento pretende afirmar Torres Novas como “capital dos frutos secos”, conjugando “tradição e inovação”, promovendo o setor “preservando saberes locais” e destacando o figo preto de Torres Novas como produto diferenciador de identidade local.

Promovido pelo município de Torres Novas, o certame vai decorrer na Praça 5 de Outubro e na Praça dos Claras e contará com cerca de 80 expositores de frutos secos e derivados, artesanato, produtos alimentares, além de área de restauração e um programa de animação ao longo dos quatro dias.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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