O pavilhão Municipal Cidade de Tomar foi pequeno de mais para todos os que quiseram ir ao 23.º Congresso da Sopa neste sábado, 7 de maio. O evento gastronómico, que tem fins solidários dado que as receitas revertem a favor do CIRE – Centro de Integração e Recuperação de Tomar, costuma realizar-se ao ar livre, no Mouchão Parque mas a chuva “empurrou” os comensais para o Pavilhão desportivo, ali mesmo ao lado.

Sopa de corno, sopa da sogra, sopa do mar ou sopa templária foram apenas algumas das 65 variedades confeccionadas por 37 cozinheiros, marcando ainda presença 14 vinhos provenientes de 5 produtores. O advogado e eleito da assembleia municipal, João Henriques Simões é um confesso apreciador de sopa e disse mesmo que a sua preferida foi a sopa de Corno, que estava a ser distribuída na barraquinha do Grupo Forcados Amadores de Tomar.

Sempre com a chuva a cair cá fora, o pavilhão encheu por completo, estando a animação a cargo da ADIRN – Associação de Desenvolvimento do Ribatejo Norte com danças, vestuário e, claro, uma sopa medieval.

Como é habitual, cada restaurante, instituição ou adega vai receber 100 euros pela sua participação na iniciativa sendo que parte dos lucros do evento – 5 mil euros – revertem a favor do CIRE – Centro de Integração e Reabilitação de Tomar.


