CHMT organiza em novembro IV Jornadas nacionais de psiquiatria. Foto: DR

O Serviço de Psiquiatria do CHMT – Centro Hospitalar do Médio Tejo organiza um alargado debate científico sobre os desafios do futuro da saúde mental, com a realização das IV Jornadas Templárias de Psiquiatria do CHMT, nos próximos dias 3 e 4 de novembro. O evento vai reunir em Tomar mais de uma centena de especialistas em Saúde Mental de todo o país, deu conta o Centro Hospitalar.

Depois de um interregno de dois anos provocado pela pandemia da covid-19, que tantos desafios de curto médio e longo prazo coloca na saúde mental dos portugueses, as Jornadas Templárias de Psiquiatria do CHMT vão, também, celebrar os vinte anos sobre a criação do Serviço de Psiquiatria do CHMT.

São duas décadas ao serviço da saúde mental dos 14 concelhos servidos pelo CHMT, uma experiência acumulada que enforma os dois dias de trabalhos científicos, pretendendo-se identificar os principais desafios de saúde mental e as leituras e abordagens que podem estar em causa em temas tão atuais como os impactos da pandemia na saúde mental infantojuvenil, os riscos da utilização da canábis, a problemática do suicídio, entre outros.

Os trabalhos das IV Jornadas Templárias de Psiquiatria do CHMT irão desenvolver-se nos dias 3 e 4 de novembro, das 8h30 até às 18h00, respetivamente, no Auditório e Centro de Formação da Unidade Hospitalar de Tomar do CHMT, e no Auditório Principal do Instituto Politécnico de Tomar.

O primeiro dia de trabalhos (3 de novembro) será dedicado a workshops e a agenda de dia 4 de novembro estará dedicada a apresentações científicas e debates.

As inscrições para o evento estão a decorrer e podem ser efetuadas através do link https://forms.office.com/r/UGAcsYHPAW.

Mais informações sobre o evento, detalhes para submissão de comunicações ou pósteres, e o programa detalhado dos dois dias das jornadas podem ser consultado AQUI.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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