Oficina “Braille para Tod@s” promove inclusão no Sardoal. Foto: DR

O projeto comunitário Terra.Pura Sardoal 5G promove na sexta-feira, dia 6 de fevereiro a oficina “Braille para Tod@s”, sessão dedicada à sensibilização para a inclusão e acessibilidade das pessoas com deficiência visual. A ação decorre entre as 18h00 e as 20h00, no Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal, e é aberta a toda a comunidade.

A oficina assinala o Dia Mundial do Braille e integra a Atividade 16 – Integr(ATIVA), do Eixo 4 – Desenvolvimento social, capacitação comunitária e intervenção em contextos de emergência social, tendo como objetivo combater a discriminação e promover a inclusão de cidadãos em situação de vulnerabilidade.

Em parceria com a ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, a iniciativa propõe desmistificar o sistema Braille, permitindo aos participantes experimentar a sua leitura e refletir sobre a importância da acessibilidade na vida quotidiana.

O Terra.Pura Sardoal 5G tem como Entidade Coordenadora Local de Parceria a Câmara Municipal de Sardoal e visa prevenir e combater a exclusão social, reforçando a coesão social e territorial através de políticas de inclusão e combate à pobreza.

Promover o Braille é promover o respeito pela diversidade e a construção de uma sociedade mais justa e acessível, sublinha a organização, que convida todos a participar nesta experiência de aprendizagem e sensibilização.

As inscrições para a oficina “Braille para Tod@s” são gratuitas. Os interessados podem inscrever-se ou obter mais informações através do telefone 241 850 000 ou 965 119 108, por e-mail para clds5g@cm-sardoal.pt, presencialmente na Avenida Luís de Camões, n.º7, Sardoal, ou através do formulário online AQUI.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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