Apresentação do Tejo Cup 2025. Foto : Associação de Futebol de Santarém

O Tejo Cup 2025, “a festa do futebol juvenil” organizada pela Associação de Futebol de Santarém, foi apresentado esta semana, em cerimónia que contou com a presença do jogador Éder, patrono do torneio. A 11.ª edição do evento, que abrange os 21 concelhos do distrito e reúne 200 atletas do futebol de formação das categorias sub-13 e sub-14, decorre até ao mês de maio.

Segundo a Associação de Futebol de Santarém, “além do marcador do golo memorável no Europeu 2016, a apresentação contou com a presença do Diretor da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Xavier, do Presidente da Associação de Futebol de Santarém, Joaquim Martinho, do Administrador do W Shopping, Rui Rosa, do Presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, Pedro Ribeiro, Fernando Freire, em representação da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, e do Presidente da Câmara Municipal de Santarém, João Teixeira Leite”.

Acrescenta que “o patrono do torneio mostrou-se orgulhoso por poder fazer parte desta organização e apelou para que todos os jovens que participam neste torneio que aproveitem o momento para conviver e se divertir.

Joaquim Martinho admitiu que é um orgulho para a Associação de Futebol de Santarém ter Éder como patrono do Tejo Cup. Realçou ainda que o Tejo Cup, constituindo a Festa do Futebol Juvenil, é um torneio único no país por juntar atletas de todos os clubes filiados por seleções concelhias”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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