Teatro Meia Via estreia "Raízes que me contam". Foto: Teatro Virgínia

Depois de casa cheia no Teatro Maria Noémia, na Meia Via (Torres Novas), para a estreia da peça “Raízes que me contam”, o grupo Teatro Meia Via volta a subir ao palco este sábado, às 21h30, na Casa do Povo de Riachos, já com lotação esgotada, e a 9 de março, na Casa da Cultura Luís António Trincão, em Lapas.

De acordo com a sinopse do espetáculo, que integra o programa Fora de Portas do Teatro Virgínia, a peça retrata “gentes, idiomas, lugares, culturas, tradições” que “orbitam no pulsar dos dias. Entrelaçados, fazem daquilo a que chamamos vida uma viagem de cruzeiro num mundo que avança ao ritmo do pulsar de um quotidiano assoberbado. Assim somos cada um de nós! Assim são as nossas histórias! Somos moldados, tal como o barro nas mãos do oleiro, pelas vivencias, recordações e memorias de um passado que conta uma história. A nossa História!”.

A peça conta com criação e encenação de João Vieira Pisco, texto de João Vieira Pisco e de Célia Honorato, e interpretação de Sandra Vieira, Minita Constantino, Elisabete Pombo, Alda Lopes, Henrique Nunes, Telma Martinho, Alice Ramos, Rodrigo Maia, Eva Monserrate, Fábio Carvalho, Jorge Soares, Paula Ribeiro e Francisco Bernardino.

A ficha artística inclui, no acordeão, Paula Ribeiro, sendo a voz-off de Carlos Maia. A direção técnica, luz, som e imagem são da responsabilidade de Bruno Paixão e Carlos Maia, o vídeo é de Pedro Dionísio, fotografia e design de Mónica Paixão, sendo Minita Constantino a costureira e responsável pelos figurinos. A coordenação de projeto é de Carlos Constantino e a produção do Teatro Meia Via.

A peça será apresentada este sábado, 15 de fevereiro, pelas 21h30, na Casa do Povo de Riachos, e a 9 de março, às 16h30, na Casa da Cultura Luís António Trincão (Lapas), ambas as sessões com entrada gratuita.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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