O dia começa cedo para Elvira Martins. Embora não tão cedo como em tempos idos, quando viajava quatro horas em cima de uma camioneta para ir vender albardas a Elvas. “Nunca foi preciso despertador. E tantos anos andei nas feiras, mais de 30!”, recorda a mulher de 84 anos que não tem dúvidas: “sabia onde […]
