Escola de Sardoal. Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

O município de Sardoal tem a decorrer o primeiro Orçamento Participativo (OP) Jovem, com o objetivo de envolver os jovens em idade escolar na discussão e apresentação de projetos de intervenção, e aceita propostas até 03 de novembro.

A iniciativa, direcionada para os alunos do 3.º ciclo ou do ensino secundário do Agrupamento de Escolas de Sardoal, acolhe “propostas de projetos exequíveis até cinco mil euros” e que contribuam para melhorias na escola ou no concelho “nas áreas do Ambiente e Turismo, Educação, Cultura, Juventude e Desporto, Mobilidade e Segurança, Ação Social e Saúde”, entre outras.

As propostas validadas serão afixadas na escola e divulgadas nos sites do Agrupamento e do Município até ao dia 14 de novembro. A votação decorrerá no dia 24 de novembro e a apresentação dos projetos vencedores terá lugar no dia 27 do mesmo mês. De referir que todo o processo será acompanhado pelo Conselho Geral do Agrupamento de Escolas, mas que que também poderá ser através de uma comissão técnica designada para o efeito de entre os elementos do Conselho Geral.

Com esta iniciativa, o Município visa promover o alargamento dos instrumentos do Orçamento Participativo Municipal aos jovens em idade escolar, promovendo a oportunidade de estes participarem num processo formal de apresentação e discussão de propostas de intervenção, assim como de votação.

Paralelamente, a participação dos jovens neste projeto terá um impacto relevante no desenvolvimento das suas competências pessoais e sociais, tornando-os cidadãos mais responsáveis, informados e participativos.

Mais informações em www.cm.sardoal.pt ou em www.escolasardoal.com.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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