Sardoal aloca 10 mil euros a projetos no âmbito do orçamento participativo. Foto: TC

A Câmara de Sardoal lançou a ‘Bienal Sardão’24’, um concurso de ilustração da silhueta do sardão, um lagarto típico da região, e que integra o logótipo do município. Com organização conjunta do município e da Associação de Melhoramentos de São Simão, este concurso bienal tem o “intuito de dar a conhecer o Sardoal e a sua Cultura e, simultaneamente, promover o surgimento de ilustrações de um símbolo historicamente associado ao Sardoal”.

No âmbito do concurso serão eleitos três sardões finalistas por um júri e o apuramento do vencedor será feito com recurso à plataforma Muni, ao Balcão Único Municipal e às Juntas de Freguesia de Sardoal, podendo votar apenas os eleitores do concelho.

As propostas devem ser entregues até dia 22 de dezembro, sendo a ilustração vencedora representada num mural urbano na aldeia de São Simão e utilizada na comunicação e imagens das festas do concelho do ano seguinte, a par de um diploma de participação e de um ‘kit’ artístico. Os 2.º e 3.º classificados recebem um diploma de participação e um “kit artístico” composto por materiais de expressão plástica.

Em reunião de executivo foram aprovadas, por unanimidade, as normas de participação na ‘Bienal Sardão 24‘, não existindo limites para a criatividade dos artistas e para a produção de uma ilustração do sardão sardoalense, à imagem do que acontece com a sardinha, em Lisboa.

Reunião de Câmara Municipal de Sardoal. Créditos: mediotejo.net

A Associação de Melhoramentos de São Simão propôs à Câmara Municipal o concurso, uma ideia “muito bem acolhida” pelo executivo, indicou a vereadora Patrícia Rei (PSD).

“A ideia é um bocadinho à luz daquilo que se faz em Lisboa com a imagem das sardinhas, fazemos algo semelhante com a imagem do nosso sardão”, explicou.

ÁUDIO | VEREADORA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SARDOAL, PATRICIA REI

Um concurso a decorrer a cada dois anos com o objetivo de “promover Sardoal, a sua imagem e a sua cultura, a nível nacional e quem sabe até internacional, e com isso conseguir bonitas e criativas ilustrações do nosso sardão”, concluiu.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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