Ricardo Oliveira recandidata-se à liderança do PSD Distrital de Santarém. Foto: PSD

Ricardo Oliveira, atual presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Santarém, deputado à Assembleia da República e presidente da Junta de Freguesia de Santo Estêvão, anunciou a sua recandidatura à liderança da distrital, nas eleições internas do partido marcadas para 28 de fevereiro.

A decisão surge após um ciclo político que o próprio classifica como particularmente positivo para o PSD no distrito, dando continuidade ao trabalho iniciado em 2018 pela anterior Comissão Política Distrital, então liderada por João Moura. Nos últimos anos, o partido reforçou a implantação territorial, aumentou a representatividade institucional e consolidou a sua influência política a nível local, regional e nacional.

Esse crescimento refletiu-se nas Eleições Legislativas, nas quais a AD venceu no distrito de Santarém, permitindo ao PSD aumentar de três para quatro deputados eleitos, reforçando a capacidade de intervenção do território na Assembleia da República e no Governo, com a nomeação de vários governantes da região. Também nas Autárquicas, o partido conquistou novas câmaras municipais em concelhos como Tomar e Benavente, (embora perdendo em Mação), aumentou o número de eleitos municipais e reforçou a presença nas juntas de freguesia.

O percurso recente inclui ainda a conquista de cargos relevantes a nível intermunicipal, com a presidência do Conselho da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo e da Mesa da Assembleia Intermunicipal do Médio Tejo, posições que, segundo o candidato, reforçam o peso político do PSD nas decisões estratégicas para o distrito.

Em comunicado, Ricardo Oliveira sublinha que “os resultados alcançados são fruto de um trabalho coletivo, sério e consistente”, desenvolvido “com enorme proximidade ao território”, acrescentando que “nada disto acontece por acaso: acontece porque houve organização, método, espírito de equipa e uma clara orientação para resolver os problemas concretos da nossa gente”.

Paralelamente ao trabalho parlamentar, o dirigente mantém uma forte ligação ao poder local, destacando a recente eleição como presidente da Junta de Freguesia de Santo Estêvão, concelho de Benavente.

“Servir o partido e as comunidades, em qualquer função, é sempre um motivo de honra e nunca um retrocesso”, afirma, defendendo que o PSD deve continuar a contar com dirigentes próximos das populações e com experiência autárquica.

Ricardo Oliveira recandidata-se à liderança do PSD Distrital de Santarém. Foto: PSD

A recandidatura é apresentada como um projeto agregador, assente numa equipa experiente e numa liderança que pretende aprofundar a proximidade às concelhias, aos autarcas e aos jovens social-democratas, reforçando simultaneamente a influência do distrito junto dos órgãos nacionais do partido.

No plano político futuro, Ricardo Oliveira elenca como prioridades o acompanhamento de dossiers estruturantes para o distrito, como a conclusão da A13 entre Vila Nova da Barquinha e Almeirim, incluindo a nova travessia do Tejo na Chamusca, e o impacto da construção do Novo Aeroporto Luís de Camões, defendendo que Santarém deve beneficiar de forma efetiva deste investimento nacional.

A estas juntam-se a melhoria das acessibilidades, o reforço da resposta do SNS, a valorização do mundo rural, o desenvolvimento económico e a defesa dos serviços públicos de proximidade.

“Queremos um PSD ainda mais forte, mais influente e mais útil às populações”, conclui o candidato, sublinhando que a ambição passa por transformar crescimento político em mais oportunidades e melhor qualidade de vida para quem vive e trabalha no distrito de Santarém.

As eleições internas do PSD realizam-se no dia 28 de fevereiro, envolvendo militantes de todo o país.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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