Rio Tejo, na zona de Rodão. Foto: DR

“Rio Tejo – Património Vivo” é o mote da iniciativa em que o proTEJO – Movimento pelo Tejo, vai participar no próximo dia 26 de setembro, no âmbito das Jornadas Europeias do Património 2020. A iniciativa é da Direção Geral do Património Cultural e as Jornadas Europeias do Património têm como propósito sensibilizar os cidadãos europeus para a importância de salvaguardar o património.

Neste âmbito, o grupo “Amigos do Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém” vai organizar uma iniciativa onde vai marcar presença Paulo Constantino, um dos porta-vozes do proTEJO.

Defendendo o “património insubstituível” e que “não tem preço” que constitui o rio Tejo, o movimento proTEJO vai assinalar a data na Ribeira de Santarém, Padrão de Santa Iria, com o propósito de “realçar a importância de um rio Tejo vivo e livre enquanto referência cultural das populações ribeirinhas”.

O programa da iniciativa tem início marcado para as 11h00 com um momento de boas-vindas a cargo de Manuel Menino, seguido do discurso do museólogo e historiador António Nabais, pelas 11h05. Pelas 11h15 intervém Paulo Constantino, do proTEJO.

Em comunicado, o proTEJO apela aos cidadãos a participação nesta iniciativa para “fazerem sentir que um rio Tejo vivo e livre é um património insubstituível, que não está à venda e que não tem preço”.

Para assinalar esta data, vai ainda ser distribuída água engarrafada aos convidados das Jornadas Europeias do Património 2020.

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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