João Costa, 50 anos, professor no Politécnico de Tomar, venceu o prémio máximo do concurso Joker, na RTP

Na 12ª e última pergunta do concurso Joker, ontem emitido na RTP, João Costa arriscou tudo – ou praticamente tudo, uma vez que, caso errasse, levaria para casa apenas 500€, em vez dos tão desejados 50 mil euros.

Licenciado em Sociologia e doutorado em Gestão, o professor do Instituto Politécnico de Tomar (IPT), onde dá aulas na área da Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional, provou não só como é crucial manter o sangue frio nos momentos decisivos, como a importância de uma boa cultura geral, em que a literatura desempenha um papel determinante.

“Não é um zero de diferença, são dois…”, comentou Vasco Palmeirim sobre a jogada de risco que o professor universitário tinha decidido fazer, segundos antes de revelar a resposta à pergunta final do programa desta sexta-feira: “Quem escreveu o romance ‘A Morte de Artur’, publicado em 1485?”

VÍDEO | O momento da verdade para João Costa no concurso Joker, emitido na RTP a 4 de outubro

A escolha de João Costa foi a correta: nem Shakespeare nem Chaucer ou Marlowe, o autor foi Thomas Malory.

Tal como o mundo não esqueceu a história escrita há mais de 500 anos sobre o mito do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda, João Costa seguramente não irá esquecer o momento em que, debaixo de uma chuva de confetis, soube que estava 50 mil euros mais rico.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

Entre na conversa

1 Comment

  1. Olá Parabéns Patrícia pela excelente profissionalismo que tens conseguido demonstrar a nível Nacional e internacional sempre fiel à verdade.
    A tua humildade demonstra toda a tua sabedoria .

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *