Pierre Farel. Créditos: Direitos Reservados

A exposição “ Soleil Mediterranée”, de Pierre Farel, é inaugurada este sábado, 15 de dezembro, no Centro de Artes e Cultura (CAC) de Ponte de Sor, às 17:00.

A mostra estará patente até 21 de janeiro de 2019, com o seguinte horário: sábados e segundas das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. De terça a sexta-feira das 10h00 às 18h00 (encerrado domingos e feriados).

Pierre Farel nasceu em Orange (Aurenja) a 15 de abril de 1957. Antigo aluno de Belas Artes em Avinhão, começou os seus estudos no Liceu de Orange. Chegou à Córsega com 20 anos, em 1977, e não mais deixou a ilha. A Córsega faz parte da sua vida, os seus antepassados maternos eram corsos.

Tem exposto em numerosas galerias em Paris, Marselha, Bordéus, Nice, Londres, Beirute, Bruxelas, Berlim, Barcelona, Pequim, Xangai, Hamburgo, Lausana, Miami… Pierre Farel abordou várias temas nas exposições dos últimos anos: a mulher, o homem, o casal, a música e o mundo da noite, dos bares e dos clubes de Jazz, a moda, os anos 70, o Rock, o cinema, as viagens e a Córsega.

O seu universo conjuga-se harmoniosamente com produtos que estão relacionados com o mundo da decoração e da moda. Desde o ano 2000, mais de um milhão de cópias de reproduções, de cerca de trinta das suas telas, foram impressas em cartazes e vendidas pelos seus editores por todo o mundo.

No próximo sábado inaugura também o Mercado de Natal em Ponte de Sor e ainda no Centro de Artes e Cultura mais uma atividade marca a tarde. A apresentação do livro “ Um Fio de Sangue” de Ann Yeti.

 

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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