monochrome photo of person sitting on curb
Créditos: Pexels

A Polícia Judiciária (PJ) deteve esta semana, na cidade de Abrantes, um homem de 35 anos, funcionário numa escola, suspeito da prática de crimes de pornografia de menores e de abuso sexual de crianças, anunciou aquela força de segurança.

Em comunicado, a PJ refere que as vítimas de abuso sexual são duas menores de 10 anos e que o arguido, detido na terça-feira, terá mantido conversas de teor sexual e partilhado conteúdos pornográficos com, pelo menos, mais uma criança menor.

A investigação, liderada pelo Departamento de Investigação Criminal da PJ de Leiria, teve início com a “sinalização por entidades internacionais da partilha de conteúdos envolvendo pornografia de menores em plataformas de internet”, efetuada a partir de acessos registados no nosso país e que se veio a apurar ter sido da responsabilidade do agora detido.

No decurso da investigação, indica a PJ, veio-se a verificar que o arguido terá “mantido conversas de teor sexual com pelo menos uma criança com cerca de 11 anos, através de uma rede social e através da qual partilhava e recebia fotografias e vídeos de cariz pornográfico” e que, durante o mês de junho, “terá abusado sexualmente de duas crianças de 10 anos”.

Na sequência de buscas domiciliárias à residência onde o detido se encontrava atualmente a viver com os seus pais, foram “apreendidos diversos dispositivos eletrónicos, os quais serão alvo de análise pericial”, refere a PJ, na nota informativa.

O detido “exercia funções num estabelecimento escolar, posição que lhe conferia contacto direto e regular com as vítimas menores”, acrescenta o comunicado.

O arguido foi detido na terça-feira na cidade de Abrantes, foi presente a tribunal, tendo ficado sujeito às medidas de coação de apresentações periódicas trissemanais e proibição de contactos com as vítimas e crianças.

*c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *