Pinhal Maior assinalou 31º aniversário com adesão à Rede Internacional de Bio-Regiões. Foto: CMVR

A Pinhal Maior – Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul assinalou, no dia 12 de maio, as comemorações do seu 31º aniversário, numa cerimónia marcada pela adesão da Associação à Rede Internacional de Bio-Regiões, com a ‘Bio-Região Lusitânia’.

Uma Bio-Região é um território onde agricultores e consumidores, em conjunto com o poder local, assumem uma estratégia conjunta para a Gestão Sustentável dos Recursos Ambientais, nomeadamente através de incentivos a modelos de produção agrícola mais sustentáveis.

O objetivo principal das Bio-Regões é assim a preservação dinâmica dos sistemas agrícolas mais sustentáveis e a promoção de dietas e sistemas alimentares mais sustentáveis.

A certificação é atribuída pela IN.N.E.R. – International Network of Eco Regions, criada em 2014, na Itália, onde o modelo de eco-região de Cilento foi implementado em 2004 e, posteriormente, disseminado a nível mundial.

Durante a cerimónia, que contou com a presença do presidente da IN.N.E.R., Salvatore Basile, dos Municípios da Pinhal Maior – Mação, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei -, de representantes das restantes bio-regiões nacionais e de antigos presidentes da Pinhal Maior.

Paulo César Luís, vice-presidente do Município de Vila de Rei, na data presidente da Pinhal Maior, em regime de substituição de funções, disse que “durante estes 31 anos, a Pinhal Maior – Associação de Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul foi uma verdadeira aliada da promoção e valorização do território”.

“Hoje, celebramos os 31 anos da melhor forma possível, com uma demonstração de trabalho para essa valorização, através da adesão às Bio-regiões. Julgo que hoje com a celebração desta adesão estamos a fazer jus aos motivos da criação da própria Pinhal Maior, que será sempre o resultado dos esforços e da ambição coletiva de todos nós”, declarou.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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