Ourém volta a dançar com a 5.ª edição internacional do ADAGIO. Foto: CMO

O Teatro Municipal de Ourém já está a receber a quinta edição do ADAGIO – Encontro Internacional de Dança, iniciativa que decorre até 31 de março e reúne cerca de 500 participantes entre bailarinos, professores e profissionais do setor.

O evento, organizado pela Academia de Dança Arabesque, transforma durante quatro dias o Teatro Municipal de Ourém num espaço de criação artística, formação especializada e partilha de experiências, afirmando-se como um dos principais encontros dedicados à dança na região.

A programação integra espetáculos, masterclasses, formação para professores, conversas temáticas e competição, cruzando dança clássica e contemporânea.

Ao longo do programa, o ADAGIO conta com a presença de várias personalidades de referência do panorama nacional e internacional, entre as quais Ricardo Cervera, da The Royal Ballet School, e Ramona Kelley, da Joffrey Ballet School, reforçando a dimensão internacional do encontro.

A sessão de abertura ficou marcada pela intervenção de Yolexis Santana, fundadora do evento, que dirigiu uma mensagem de boas-vindas aos participantes e agradeceu o apoio da Câmara Municipal de Ourém e da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Piedade.

Também o presidente da autarquia, Luís Miguel Albuquerque, marcou presença na abertura, destacando a importância do ADAGIO para a projeção cultural do concelho e para a dinamização do território através da visita de participantes e público vindos de vários pontos do país e do estrangeiro.

Segundo a organização, o encontro destina-se a jovens bailarinos dos 7 aos 21 anos, em contexto amador e pré-profissional, promovendo não apenas a vertente competitiva, mas também a formação e o contacto com escolas e profissionais de referência internacional.

A cerimónia inaugural contou ainda com a presença da vereadora com o pelouro da Cultura, Purificação Reis, e do presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Piedade, Luís Serras de Sousa.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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