Criar caixas-ninho para aves é uma forma simples de promover o aumento da biodiversidade nos parques e jardins. Créditos: Fundação Saramago

As aves são pequenas embaixadoras da natureza que enchem os nossos jardins, parques e ruas, lembrando-nos que as vilas e cidades também podem ser refúgio e que a harmonia entre o Homem e o Ambiente é possível. Mais do que simples visitantes, elas são peças-chave no equilíbrio urbano: ajudam a controlar pragas, espalham sementes e mantêm viva a teia da biodiversidade que sustenta a vida à nossa volta.

Mas a falta de locais seguros para construirem os seus ninhos – muitas vezes devido à escassez de espaços verdes e à remoção de árvores antigas – ameaça a sobrevivência de várias espécies. As aves dependem de cavidades naturais para criar as suas crias ficam sem abrigo quando nos rodeamos de mais betão e menos natureza.

Para ajudar a colmatar este problema, a Fundação José Saramago, em parceria com a 30POR1LINHA, dinamizam no próximo sábado de manhã, dia 25 de outubro, uma oficina prática de construção de caixas-ninho para aves.

Nesta atividade, será possível aprender mais sobre a importância destas estruturas artificiais e sobre como contribuem para conservar e proteger a biodiversidade urbana.

Além da construção de caixas-ninho, será possível conhecer quais as espécies que irão beneficiar destas estruturas.

Oficina de construção de caixas-ninho para aves
📅 25 de outubro | 10h00
📍 Fundação José Saramago. Largo das Divisões, Azinhaga (Golegã)
📌 iniciativa gratuita, para todas as idades. Crianças até aos 12 anos devem participar acompanhadas por um adulto. Inscrições através deste formulário ou do email azinhaga@josesaramago.org

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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