Rui Serrano, presidente da NERSANT, com Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas. Créditos: NERSANT

O presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém reuniu-se esta terça-feira com o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, para discutir prioridades estratégicas que possam reforçar a competitividade económica na região.

Rui Serrano salientou a importância para o território da conclusão de infraestruturas essenciais como o IC9 e a A13, além da necessidade de uma nova travessia sobre o rio Tejo na área de Abrantes. São urgentes, enfatizou, soluções que melhorem a mobilidade e a eficiência logística do distrito de Santarém. Destacou ainda o potencial do Porto Seco dos Riachos e sugeriu a avaliação do aproveitamento da infraestrutura de Tancos como um complemento logístico e aeroportuário.

Outro ponto discutido foi o impacto do futuro Aeroporto Luís de Camões no crescimento económico da região. A NERSANT defendeu que é fundamental criar condições que possibilitem a participação das empresas da região nas cadeias de fornecimento vinculadas a essa infraestrutura.

A associação empresarial anunciou ainda que prevê realizar em setembro o “Fórum Benavente 2030 – O Novo Aeroporto como Motor de Desenvolvimento Económico”. Este evento pretende promover uma reflexão abrangente sobre as oportunidades e desafios que o novo aeroporto trará para a economia regional e nacional.

Rui Serrano afirmou que “este é um momento decisivo para garantir que os grandes investimentos previstos se traduzem em desenvolvimento económico, emprego qualificado e novas oportunidades para as empresas da região”.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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