Alunos do Agrupamento de Escolas da Sertã encerraram em dezembro de 2019 a escola a cadeado devido à paragem das obras desde Abril de 2018. Foto arquivo: AES

Já com o necessário visto do Tribunal de Contas, a empreitada do Reforço Estrutural do Edifício Principal da Escola Secundária da Sertã está em condições de avançar. A Câmara da Sertã vai investir 1,8 milhões de euros no reforço estrutural do edifício principal da escola secundária, tendo já assinado o auto de consignação da empreitada. Para Carlos Miranda, presidente da Câmara da Sertã, a assinatura do auto de consignação “é um momento feliz para a Sertã e para a comunidade educativa, que durante todo este tempo esteve privada de usufruir e viver a sua escola. Está dado o passo que possibilita o arranque da empreitada que solucionará os problemas estruturais e que permitirá o tão desejado regresso a esta escola”.

No dia 1 de junho, decorreu no edifício dos Paços do Concelho, a assinatura do respetivo Auto de Consignação entre o presidente da Câmara e o representante do empreiteiro, a empresa Eliseu & Farinha, Sociedade de Construções, Lda., de Castelo Branco. A assinatura do documento oficializa o início da execução da empreitada, com um preço contratual de 1 milhão e 864 mi euros, devendo estar concluída no prazo de 365 dias.

A empreitada consiste essencialmente na construção de dois corpos resistentes contíguos da atual edificação, a nascente e a sul, que tornarão o edifício estruturalmente seguro. Será também realizada a reconstrução do ginásio, dado que este também apresentava problemas estruturais. A empreitada contempla ainda a construção de um polidesportivo exterior coberto que permitirá a prática de diversas modalidades desportivas, que o atual ginásio não permite.

Momento da assinatura do auto de consignação. Foto: CMS

O auto de consignação foi assinado pelo Presidente da Câmara Municipal da Sertã, pelo diretor de fiscalização da empreitada, José Bicacro, e pelo representante da empresa adjudicatária, Eliseu Farinha (Eliseu & Farinha, Sociedade de Construções, Lda).

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Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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