Torres Novas realiza exercício de proteção civil com seis cenários simultâneos. Foto ilustrativa: CMO

Mais um mês de março dedicado à Proteção Civil promovido pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo e a CIM Médio Tejo, em colaboração com os Serviços Municipais de Proteção Civil, Agentes de Proteção Civil e entidades com dever de cooperação, com o mote “O dever para com a sua segurança!”.

De 1 a 31 de março, nos 11 concelhos do Médio Tejo, vão decorrer múltiplas ações, que vão abordar a temática da Proteção Civil em diversos âmbitos, direcionadas a públicos muito diversificados.

Toda a programação está disponível AQUI, a participação é de entrada livre.

Mais de uma centena de atividades são esperadas e a programação vai desde: exposições, workshops, ações de sensibilização, mass trainning em Suporte Básico de Vida, exercícios, simulacros, jogos, ações de sementeira ou seminários.

De destacar, o seminário do dia 8, ‘Seminário e Exercício Cheias Rápidas/ Resgate Aquático’ que vai decorrer em Vila Nova da Barquinha e também o seminário “Inteligência Artifi cial vs Software de Apoio à Decisão de Emergência”, dia 14, no Entroncamento.

A programação do mês da Proteção Civil é promovida pelo Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, em parceira com a CIM Médio Tejo e os municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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