O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) vai começar a avaliar profissionais de saúde que regressaram de territórios de contágio. Foto ilustrativa: DR

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) iniciou em novembro, nas Unidades Hospitalares de Abrantes e Torres Novas, a Consulta Aberta, modalidade que implementou desde 2016 com o objetivo de descongestionar a Urgência Médico-cirúrgica, permitindo que a equipa de saúde deste Serviço fique mais liberta para o atendimento aos casos emergentes e urgentes. Na Unidade Hospitalar de Tomar foi reforçada a equipa do Serviço de Urgência, informou a administração do CHMT.

Nesta Consulta Aberta, disponibilizada pelo CHMT,EPE, os doentes são avaliados em consulta de enfermagem e em consulta médica, tendo acesso igualmente a meios de diagnóstico (Análises, RX e outros Exames que o médico entenda serem necessários), tal qual como no Serviço de Urgência.

A Consulta Aberta é um complemento ao Plano de Contingência à Gripe que se manterá em funcionamento durante a vigência deste Plano e é dirigida a todos os utentes da área geográfica de referência do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

Esta consulta funciona em Torres Novas às segundas e terças, quintas e sextas-feiras, das 18h30 às 22h00, e na Unidade Hospitalar de Abrantes todos os dias úteis, das 18h30 às 22h00, sendo de adesão voluntária. Na Unidade Hospitalar de Tomar foi reforçada a equipa do Serviço de Urgência, informou a administração do CHMT.

Os utentes devem dirigir-se ao atendimento administrativo do Serviço de Urgências para informações e inscrição na Consulta Aberta.

A Consulta Aberta destina-se, assim, a doentes presumivelmente não urgentes e que podem optar pelo atendimento através do Serviço da Urgência ou pelo recurso a esta modalidade de Consulta Aberta.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei, de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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