PJ deteve suspeito de atear fogo no concelho de Ferreira do Zêzere. Foto arquivo: Pedro Nasper

Segunda-feira – 20h00 – O incêndio que deflagrou este domingo em Ourém, está em fase de rescaldo, disse à Lusa fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo.

Segundo o comandante de serviço à sala, Jorge Gama, o incêndio entrou em fase de rescaldo por volta das 16:00, embora ainda “haja algumas reativações”.

“A situação está controlada”, afirmou o comandante, ao referir que a sua preocupação é agora com o incêndio no concelho vizinho de Leiria, que está muito perto do Lavradio, no concelho de Ourém.

Segundo a página da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, às 19:00, estavam ainda no local 200 operacionais, 62 bombeiros e um meio aéreo.

O incêndio deflagrou no domingo numa zona de mato e floresta, pelas 17:20 na freguesia de Matas e Cercal, na localidade de Casal Menino, em Ourém.

Segunda-feira – 09h00 – A Proteção Civil reforçou hoje os meios de combate aos dois incêndios que maiores preocupações levantam às autoridades, com nove meios aéreos para o de Odemira e cinco para o de Ourém. O incêndio de Ourém, que começou cerca das 17h00 de domingo em Matas, obrigou à evacuação da localidade de Óbidos, na União das Freguesias de Gondemaria e Olival, por precaução.

“Para ambos os incêndios foi delineada uma estratégia de combate em ambos os flancos que estão a afetar a área do incêndio e vamos reforçar agora com (…) os meios aéreos pesados (…), com cinco meios aéreos para Ourém e nove para Odemira”, disse à Lusa o comandante José Miranda, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Em Ourém, o incêndio que deflagrou no domingo mobilizava pelas 08:55 de hoje [segunda-feira] 325 operacionais, apoiados por uma centena de viaturas, às quais se vão juntar cinco meios aéreos.

Domingo – 22h00 – O incêndio que lavra com “bastante intensidade” na zona de Ourém, obrigou à evacuação no domingo da localidade de Óbidos, na União das Freguesias de Gondemaria e Olival, por precaução. De momento [cerca das 22h00] não há casas em perigo mas o incêndio lavra com bastante intensidade.

Em declarações à Lusa, fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, disse que o fogo tem uma frente ativa, que se dirige para a localidade de Óbidos, na União de Freguesias de Gondemaria e Olival, concelho de Ourém.

“Neste momento, não há casas em perigo, mas a localidade de Óbidos foi evacuada por precaução”, adiantou. A mesma fonte referiu ainda que o fogo está a lavrar com “bastante intensidade”, tendo sido mobilizados mais meios para o local.

O presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque, disse à Lusa, por sua vez, que espera que o incêndio que lavra com “bastante intensidade” desde as 17:20, fique dominado nas próximas horas.

“Com os reforços que estão a chegar e que chegaram há muito pouco tempo e também com a baixa de temperatura, o aumento da humidade e com a ausência de vento pensamos que nas próximas horas conseguiremos dominar o incêndio”, disse à Lusa o autarca.

Luís Albuquerque referiu ainda que “a cabeça do incêndio” tem ardido com “alguma intensidade” e tem tido projeções que dificultam a ação dos bombeiros.

Segundo o presidente da Câmara, o incêndio já obrigou a retirar uma pessoa idosa de uma casa na localidade de Óbidos, por precaução.

Antes, fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, tinha dito à Lusa que o fogo com uma frente ativa, estava a dirigir-se para Óbidos, tendo sido necessário evacuar a localidade por precaução.

O incêndio numa zona de mato deflagrou cerca das 17:20 na zona de Casal Menino, na freguesia de Matas, em Ourém, estava a ser combatido pelas 22:20 por 279 operacionais, apoiados por 81 viaturas e um meio aéreo, segundo a página da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

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c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

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