Lleida torna-se capital templária com participação de Tomar e parceria internacional. Foto: Luís Ribeiro

O Turó de Gardeny, em Lleida, Espanha, acolhe no sábado, 11 de abril, a IV Diada “Lleida Ciutat Templera”, um evento de recriação histórica que une Portugal e Espanha através da oficialização de uma parceria estratégica entre a associação Thomar Honoris e congéneres europeias.

O Castelo de Gardeny, em Lleida (Catalunha), transforma-se no sábado num cenário vivo da Idade Média. O evento, que decorre entre as 10h00 e as 21h30, oferece um programa vasto que inclui um desfile (cercavila) pelas ruas da cidade, mercado de artesãos, demonstrações de ofícios antigos e exposições de fotografia e pintura. Para os mais novos, o recinto dispõe de jogos medievais e oficinas de artes manuais.

O pátio de armas será o centro das atenções com exibições de danças sufi, música medieval pelo grupo Taraska e as aguardadas lutas e demonstrações de vestimenta da Ordem do Templo e do Hospital.

O grande destaque desta quarta edição é a vertente internacional, marcada pela presença da associação portuguesa Thomar Honoris. Mais do que participar nas recriações, a associação de Tomar formaliza naquele dia um protocolo de parceria internacional.

Este acordo visa criar uma rede sólida de cooperação e partilha de conhecimento entre grupos que se dedicam ao rigor histórico, elevando a Diada de Gardeny a um ponto de encontro de referência para a cultura templária na Europa.

A Thomar Honoris, sediada na cidade templária de Tomar, é reconhecida pelo seu trabalho contínuo na preservação e divulgação do legado da Ordem. Através da investigação e da recriação fiel, a associação promove a educação patrimonial e o turismo cultural, estabelecendo agora “pontes entre países” para garantir que a memória histórica comum seja transmitida com qualidade às gerações futuras.

O evento culmina com um espetáculo templário e música medieval, selando esta união ibérica sob o signo da Cruz de Cristo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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