A 38ª edição da clássica estafeta entre Rio Maior e Alcanena, uma organização conjunta das Câmaras Municipais de Alcanena e Rio Maior, realiza-se a 19 de janeiro, domingo. Foto: DR

Naquela que é uma organização conjunta das Câmaras Municipais de Alcanena e Rio Maior, a 38ª edição da clássica estafeta ‘Manuel da Piedade Costa’, entre Rio Maior e Alcanena, realiza-se a 19 de janeiro, um domingo. As inscrições são gratuitas mas obrigatórias até 13 de janeiro.

A estafeta realiza-se desde 1987 em resultado da relação de amizade entre dois grandes dinamizadores de atletismo – Manuel Costa, carteiro em Alcanena e natural do concelho de Rio Maior, e Jorge Miguel, trabalhador da Câmara Municipal de Rio Maior, que, juntos, idealizaram a realização de uma prova que unisse, através do desporto, os dois concelhos vizinhos, Alcanena e Rio Maior.

Tendo em conta que no ano passado a corrida teve início em Alcanena, este ano o sentido da corrida inverte-se uma vez mais, pelo que a partida decorre em Rio Maior e a chegada em Alcanena, para o setor masculino e misto. Já a prova feminina decorre entre Alcanede e Alcanena. Em ambos os casos as equipas são compostas por seis atletas.

A partida da prova masculina tem lugar às 10h00, junto à Câmara Municipal de Rio Maior, e chegada aos paços do Concelho de Alcanena, enquanto a prova feminina parte de Alcanede às 10h30, terminando igualmente nos Paços do Concelho de Alcanena.

A prova masculina tem um percurso total de 32,8 km, dividido de forma (não igualitária) entre seis percursos. No escalão feminino, o desafio é de 17,2 km.

As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas até ao dia 13 de janeiro na Câmara Municipal de Alcanena, através do telefone 249 889 010 ou do email eventosdesportivos.alcanena@gmail.com. Consulte AQUI as normas de participação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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